Reflexões 4º semana
Lendo os textos sugeridos: Projetos? O que é? Como se faz?, Conteúdos: Para quê? Por quê? Por que avaliar e as contribuições do fórum percebo que todos estão preocupados e conscientes da situação educacional atual e que existe uma consenso de que algo deve e precisa ser mudado na educação. E que neste curso de especialização nos foi proposto uma nova forma de aprendizagem, que pelo menos eu não tinha conhecimento, que é o PA; trazendo ao professor novas funções articulador, motivador, orientador e especialista em sua área de atuação. Essas considerações me fazem refletir e surgem vários questionamentos e que espero chegar a uma conclusão. Os principais questionamentos são os seguintes: Hoje, quais os professores que conseguiriam desenvolver e/ou teriam as características necessárias para o desenvolvimento de um PA? Devo confessar que não me encontro apta a desenvolver a característica de articulador e ativador dos projetos, desenvolver a articulação com os demais setores da escola. O texto "Projeto? O que é?" comenta que o professor necessita de apoio dos pares e que é fundamental que equipe gestora seja parceira. Como conseguir esse apoio? Como descobrir o professor parceiro com tais características para que possamos junto desenvolver esse projeto?
Quanto ao tema conteúdo, este jamais deve ser esquecido, pois, no meu entendimento não existe aprendizagem sem conteúdo, o detalhe é a metodologia a ser empregada para que esse conteúdo se torne conhecimento, aprendizagem. Mas quanto professores, pais, equipe pedagógica falam em "e como fica o conteúdo" na realidade todos estão preocupados é com a diretriz curricular, grade curricular. E aqui no Paraná iniciou-se neste segundo semestre as discussões sobre as diretrizes. Talvez a grande pergunta seja: Como articular o currículo com o PA? Pois no PA cada aluno escolhe o que quer pesquisar, partindo de sua curiosidade e essa pesquisa geralmente não irá atender a todas as áreas, como trabalhar com isso? Outro detalhe como desenvolver um PA tendo uma turma de 30 a 40 alunos, e aulas de 50 minutos tendo 3 a 4 aulas semanais e que algumas vezes são conjugadas e orientar neste curto período de tempo as pesquisas. Isso em uma turma, dependendo da disciplina que o professor atue, com 40 h semanais, terá de 6 a 10 turmas. Com esse número de turmas parece-me um pouco complicado, complexo, pelo menos neste presente momento.
Existem escolas que tão abertura para as mudanças e outras não estão tão propicias a elas. Necessitamos estar atentos com relação ao professor parceiro e principalmente com nos mesmo, precisamos estar seguros quanto a aplicação do PA. Com tantas dúvidas neste momento torna-se um pouco confuso, saber por onde começar. Como muitos falaram no fórum o processo é de formiguinha, é lento, requer cautela, prudência, requer ação reflexão para uma nova ação, e assim sucessivamente.
Acho que PA daria um novo rumo a educação, mas como a Egle escreveu o problema é que a escola está engessada, eu complementaria o sistema educacional está engessado. Como quebrar esse gesso na escola e principalmente no sistema?
Hoje quando estava tentando desenvolver nosso projeto percebi como é importante o orientador, em nosso caso o tutor, pois nosso grupo estava enfocando o questionamento para a situação final da pergunta e não analisávamos as situações mais profundo que o assunto exigia.
Quanto ao tema conteúdo, este jamais deve ser esquecido, pois, no meu entendimento não existe aprendizagem sem conteúdo, o detalhe é a metodologia a ser empregada para que esse conteúdo se torne conhecimento, aprendizagem. Mas quanto professores, pais, equipe pedagógica falam em "e como fica o conteúdo" na realidade todos estão preocupados é com a diretriz curricular, grade curricular. E aqui no Paraná iniciou-se neste segundo semestre as discussões sobre as diretrizes. Talvez a grande pergunta seja: Como articular o currículo com o PA? Pois no PA cada aluno escolhe o que quer pesquisar, partindo de sua curiosidade e essa pesquisa geralmente não irá atender a todas as áreas, como trabalhar com isso? Outro detalhe como desenvolver um PA tendo uma turma de 30 a 40 alunos, e aulas de 50 minutos tendo 3 a 4 aulas semanais e que algumas vezes são conjugadas e orientar neste curto período de tempo as pesquisas. Isso em uma turma, dependendo da disciplina que o professor atue, com 40 h semanais, terá de 6 a 10 turmas. Com esse número de turmas parece-me um pouco complicado, complexo, pelo menos neste presente momento.
Existem escolas que tão abertura para as mudanças e outras não estão tão propicias a elas. Necessitamos estar atentos com relação ao professor parceiro e principalmente com nos mesmo, precisamos estar seguros quanto a aplicação do PA. Com tantas dúvidas neste momento torna-se um pouco confuso, saber por onde começar. Como muitos falaram no fórum o processo é de formiguinha, é lento, requer cautela, prudência, requer ação reflexão para uma nova ação, e assim sucessivamente.
Acho que PA daria um novo rumo a educação, mas como a Egle escreveu o problema é que a escola está engessada, eu complementaria o sistema educacional está engessado. Como quebrar esse gesso na escola e principalmente no sistema?
Hoje quando estava tentando desenvolver nosso projeto percebi como é importante o orientador, em nosso caso o tutor, pois nosso grupo estava enfocando o questionamento para a situação final da pergunta e não analisávamos as situações mais profundo que o assunto exigia.

1 Comments:
At 5:19 PM,
Blog Especialização - Claudia said…
Oi Lu, concordo com vc que minhas reflexões ficam cada vez mais profundas, mas gostaria que elas trouxessem soluções concretas e efetivas. O que até o momento me parece um tanto distante. Desculpe a sinceridade, mas é a pura verdade.
Olá, Suely, como sempre instigando, provocando ...
Respondendo a tua pergunta, não concebo o conteúdo como apenas transmissão de conceito, embora ele seja importante para a compreensão, mas o conteúdo deve proporcionar reflexões sejam elas de cunho histórico, social, econômico. Mas também devesse ter em mente que os conceitos são mutáveis a medida que surgem novas pesquisas e depende muitas vezes da linha filosófica que a conceituou. Não sei se me fiz entender, mas tentei explicar.
Bjs Cláudia
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