Especialização Claudia

Saturday, November 25, 2006

Professor parceiro

Já faz tempo estava pensando no professor parceiro, em suas características...
Mas está um pouco complicado pois quando encontro a pessoa, falta o laboratório e assim vai.
Também estou preocupada como abordar essa idéia de partir do aluno o assunto a ser desenvolvido. Gostaria de experimentar primeiro com uma turma minha para sentir e encontrar a melhor forma de ajudar o professor parceiro, mas sei que não há tempo para essa atividade.
Sinto-me um pouco insegura. Não sei se tenho bagagem suficiente, apesar de ter lido textos sobre PA, mas ler texto é uma coisa colocar em prática é outra etapa.
Ainda estou a procura de um professor parceiro.

Sunday, November 12, 2006

Aprendizagem a distância

O fator distância obviamente neste curso seria a marca principal. Já fiz outros cursos à distância todos eles diferentes em seu desenvolvimento, mas este está tendo uma característica que antes não havia lidado, ou seja, desenvolver atividades coletivas e a distância, tudo ao mesmo tempo.
Trabalhar coletivamente não é muito simples, escrever coletivamete é bem mais complicado, pois exige a ponderação, o respeito, a elegância de mexer no texto mas não anular a participação do outro, a harmonia na forma de escrever de cada uma. Isto estou percebendo com a produção do PA, na qual eu e a Érika já conseguimos desenvolver todas essas características sem nunca termos conversado sobre essas necessidades, foi surgindo naturalmente e complementa-se a cada nova atividade desenvolvida coletivamente. Provavelmente em grupos com muitas pessoas a dificuldade seria maior e necessitária de um tempo maior para atingir essas características. Pensando melhor faltou mais algumas características que não citei anteriormente que é a vontade de participar, de ajudar no desenvolvimento do trabalho, outra coisa é estar aberto para novas formas de interagir e a novas formas de aprender.
Hoje isto ficou bem claro, pois estavamos com problema de como atualizar o mapa conceitual e como fazer as anotações para a alteração, pois eu não consegui abaixar o Cmap, por situações de máquina. Através de contato telefônico conversamos e ficou acertado que a Érika mandaria o mapa que ela refez através de fax, eu alteraria e acrescentaria o que estava faltando e devolveria por fax, para que ela pudesse fazer no programa. Assim estamos tentando superar as dificuldades.
Esta experiência de escrever coletivamente e a distância está dando muito trabalho, mas também está sendo MUITO INTERESSANTE.

Sunday, November 05, 2006

Inclusão

Semana passada assisti uma parte da novela da Globo em que abordava o tema inclusão de crianças portadoras de necessidades especiais em escolas "normais" ou a permanência em escolas especiais. O que isso tem a ver com especialização ... nessa mesma semana abrir o proa 7 que trata sobre as tecnologias na educação especial. Reflexões: até que ponto a inclusão é utopia? Todos os tipos de necessidades especiais podem ser atendidas nas escolas normais? Como encontrar o melhor caminho para essa inclusão? Se atualmente a escola não está conseguindo dar conta do básico que seria ler, escrever, contar, interpretar, associar e correlacionar o que está acontecendo em sua volta com as crianças/adolescentes ditas "normais", como se desenvolveria um trabalho especial por exemplo com crianças com sindrome de Down, autista? As vezes não se consegue harmonizar as desigualdades entre as crianças/adolescente normais, não se consegue dar atenção necessária a situações mais corrigueiras. Como trabalhar com essa necessidade especial? Não sou contra a inclusão, mas acho que apenas colocá-la na escola e disser que ocorreu inclusão é falsidade. Sem que acha um preparo dos professores e pedagogos, sem um acompanhamento paralelo especializado tal inclusão será realmente utópica. E provavelmente trará resultados negativos para todas as partes. Esse é uma assunto para se discutir, refletir e desenvolver ações concretadas e não apenas teóricas.

Wednesday, October 25, 2006

Há alguns dias estava conversando com alguns colegas professores e percebemos a necessidade de maiores subsídios quanto a metodologia de pesquisa, tanto para que o professor possa efetuar uma pesquisa científica como orientar seus alunos em pesquisas escolares, até mesmo orientá-los para uma iniciação científica. Mas como fazê-lo?
Tenho essa carência e a percebi fortemente desde o início da especialização.
Esse embasamento esta fazem uma falta .... E correr atrás do prejuízo não tá fácil.

Sunday, October 08, 2006

Conteúdos

Antes de reler o texto: Conteúdos: Para quê? Por quê? (ver texto), para desenvolver a atividade 3 do Proa2, comecei a questionar sobre o significado de "conteúdo", comecei a pensar de uma maneira ampla, inclusive consultando o dicionário, no qual encontrei: "o que se contém nalguma coisa". Conclusão momentânea: tudo tem conteúdo, seja real, imaginário, emocional, sensorial, ...
Assim na educação o conteúdo é parte integrante. Talvez os questionamentos que mais incomodam sejam: qual o conteúdo que deve esta presente na escola, em cada série/ciclo, no contexto do aluno? Como escolher (seja professor, aluno) e desenvolver estes conteúdos? Escolher todos os assuntos enfatizando só o conceito sem o devido aprofundamento é muito superficial! È como mostrar uma foto do mar, rapidamente, para quem não conhece-o, ele terá apenas uma idéia do que seja e não conhecerá realmente o que seja o mar, com todas as suas característica e sua importância.
O que quero dizer com tudo isso é que se escolho vários assuntos e só trabalho os conceitos, terei apenas uma idéia e não um real conhecimento. È isso que ocorre hoje em dia, muitos conteúdos são colocados apenas de maneira superficial, sem maior aprofundamento e esse aprofundamento requer pesquisa (aí começa um detalhe importante, que merece discussão a parte).
Em minha opinião a questão central e que mais incomoda com relação ao conteúdo é: Qual o conteúdo escolher? Para quê?
Vamos lembrar nossa dificuldade de escolher e elaborar uma pergunta, uma curiosidade nossa. E depois escolher uma pergunta do quadro que mais nos despertavam interesse. Após a escolha se nos perguntassem o por quê da escolha seria fácil responder, porque tenho curiosidade, nunca soube a resposta, entre outras. Mas se perguntássemos para quê, as respostas em minha opinião, seriam poucas e necessitariam maior reflexão.
Se pensarmos no planejamento do inicio de ano, como trabalhar para que os alunos escolham o conteúdo de cada disciplina? Para que serve este conteúdo escolhido? O que é interesse para um aluno não é do interesse do outro, como articular? Não podemos nos esquecer que a estrutura educacional está separada por disciplinas e em aulas de 50 minutos.
Acho melhor parar por aqui e desenvolver minha atividade, pois já flutuei bastante em meus pensamentos.

Sunday, September 24, 2006

características

Estava lendo novamente as últimas postagens do fórum PROA 1 e percebi algo que antes não tinha focalizado tanto, mas que hoje ficou mais evidente.
Como é importante observarmos as características, qualidade das pessoas, por exemplo o prof Omar gosta de comentar todas as postagens, já a profª Suely deixa a discussão rolar só para ver onde vai dar, quando percebe que não está sendo atingindo o objetivo central deste fórum que é perceber as características do PA e como aplica-lo na escola, ela intervêm fazendo uma síntese das "conversas" e redireciona ao objetivo novamente, através de indagações e reflexões. Ou seja, para fazer a intervenção e a interação antes de tudo existe a observação.
Acho interessante a forma de intervenção que o profª utiliza e os momentos em que faz essas intervenções.
Analisando também minhas características percebo que não conseguiria, hoje, fazer esse tipo de intervenção e articulação, pois meus "vícios educacionais" estão presentes, bem como a ansiedade de encontrar um solução de como aplicar um PA na escola, ansiedade de entender melhor o que é realmente um PA não apenas na teoria, mas na prática. Só que para aplica-lo ainda está faltando algo essencial que ainda não percebi o que é. Esse algo essencial não apenas o referencial teórico é o que liga a teoria com a prática.
Acho que talvez não consegui expressar-me muito bem neste última colocação, mas tentei.

Wednesday, September 20, 2006

Viajando...


Hoje ao fazer a segunda atividade do proa4 comecei a filosofar, viajar sobre a pergunta: "O conhecimento provêm dos sentidos?" desta reflexão surgiram vários questionamentos:

  • Como ocorre o processo de conhecimento?
  • Todas as pessoas adquirem conhecimento de mesmo forma?
  • Todas as pessoas tem condições de adquirir conhecimento?
  • As pessoas com distúrbios mentais graves (loucos) adquirem conhecimento?
  • Quando realmente ocorre o conhecimento?
  • Uma vez adquirido o conhecimento, nunca iremos perde-lo?
  • O conhecimento tem alguma relação com a memória

É interessante o que acabo de perceber que uma pergunta aparentemente simples de responder, gerou várias outras perguntas. Humm... acho que viajei muito...